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quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Passeios que recomendo em Porto Seguro e regiões

Olá, pessoal. 

Esses é um daqueles posts cheio de 💓, carinho e vontade de estar na Bahia. Eita, terra boa!!! Não sei se já disse, mas a Bahia foi o primeiro Estado que conheci, fora o ES. E, neste post vou colocar passeios que eu já fiz e que recomendo, ok. 

Agora, tome nota, coloque no bloco de nota do celular ou favorite ai essas dicas, ok. Ah! Não ligue se você ver mais fotos do que dicas, 🤗😘. 

Santa Cruz Cabrália / Coroa Alta 
Santa Cruz Cabrália é um bairro de Porto Seguro que se você não colocou na sua lista de lugar para visitar, você deve repensar isso ae. É pacato, tem mirante para ver o bairro todo, tem uns restaurantes indo pra orla que servem comida bem gostosa e ainda, lá no final da rua principal você chega ao trapiche que é daonde saí o passeio pra Coroa Alta. 
DUAS dicas:
* caso não feche passeio com agências em Porto Seguro, lá no trapiche de St Cruz Cabrália você consegue fechar escuna pelo mesmo preço ou até mais barato só para Coroa Alta,ok. 
* Antes de chegar no trapiche, permita-se conhecer as casas e parte da vila antiga de Santa Cruz. 


Passarela do Álcool / Beira Mar de Porto Seguro
Conhecer a Passarela do Álcool é um passeio clássico em Porto Seguro. Um local recheado de artesanato, música, restaurante, artistas de rua, aquelas famosas barraquinhas de bebidas e também de gente, muita gente. A dica para quem for a Passarela , que na verdade é uma rua extensa cheia de ambulantes, lojinhas, galerias e etc, é ir a partir das 18h. 
Já se você curte ficar olhando o mar, ver os barcos passarem ou apenas dar uma caminhada a Beira Mar de Porto Seguro é a dica. Além de ser um calçadão que corta toda a localidade, tem uma vista linda para Arraial D' Ajuda e ainda dá para passear pelo local bem mais vazio, com calma, vendo as casas antigas e descobrindo o que mais Porto Seguro tem pra nos apresentar. 




Centro Histórico de Porto Seguro 
O Centro Histórico é um passeio a parte que pode durar alguns minutos e até uma manhã inteira. É do tipo de passeio que na chegada, você pensa se ama ou odeia. Já que logo na entrada, que fica ali pertinho da Rodoviária de Porto Seguro e que inclusive é possível ir a pé, possui um feira de roupas, tênis e o que mais você quiser a céu aberto. É quase uma 25 de Março, apenas com camelô. Além disso, tem barracas de comidas típicas, bebidas  e ainda um espaço no formato arena para apresentações de Capoeira. 
Adentrando um pouco mais é possível já avistar uma igrejinha, um lindo mirante que é possível ver Porto Seguro todo ou quase todo. Ali você pode descansar em baixo de uma árvore, tomar uma água, contemplar a paisagem ou comprar algum artesanato. Andando por ali você ainda encontra o Marco do Descobrimento (1506), a Igreja de Nossa Sra da Pena ( 1535), a Igreja de Nossa Sra da Misericórdia ( 1526), a Igreja de São Benedito ( 1550) e a Casa de Câmara e Cadeia ( 1756) onde funcionam o Museu da Cidade e um núcleo do IPHAN ( Instituto do Patrimônio Histórico Nacional) 







Praia do Espelho 
Ah! Praia do Espelho <3... Quanto amor por essa praia, que uns dizem fazer parte de Trancoso e outros de Caraíva. Isso na verdade nem importa, o que realmente importa é que é linda, um paraíso. Ainda mais quando a maré está baixa. 






Já estive na Praia do Espelho em 2014 e em 2019. Na primeira vez, contratei passeio numas das várias agências de Porto Seguro por R$ 60,00 reais, que incluía transfer na porta do hotel e ainda, ida e volta para a praia. Já na segunda vez na Praia do Espelho, como estava hospedada em Caraíva, segui pela Praia do Satu, Lagoa do Satu, Praia da Barra, mais um trecho de trilha por falésias, propriedades privadas, um pouco de mato e uma trilha bem sinalizada até chegar ao início da Praia do Espelho. Foram 9km de lindas paisagens e áreas desertas. Ah! Fiz a trilha com minha irmã e foram 2 horas cravadas de caminhadas. 
Só posso dar as seguintes dicas: leve água, passe protetor solar, use chapéu, canga ou qualquer coisa pra proteger a cabeça e aproveite a vista. Realmente lá é lindo. 

É claro que saindo de Porto Seguro tem outros locais para se conhecer, como Trancoso, Arraial, Itacaré, Santo André e muitos outros...mas esses, são os meus favoritos. 

Espero que tenham curtido.

Qualquer dúvida, deixe seu comentário.

Abraços, Alê. 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Pontos Turísticos no ES - O que conhecer em Serra ?

Olá,meu povo.

Dando continuidade a série " Pontos Turísticos no ES" hoje vamos falar do município de Serra.  Pra começar, preciso esclarecer que apesar do município ser chamado de "Serra" não é uma região de frio/vinhos, no estilo Serras Gaúchas,ok.

Esclarecimento feito, agora vamos para algumas infos sobre a cidade. 

Info 
O município da Serra possui 409.267 pessoas, é onde se encontram as principais indústrias do ES , faz parte da Região Metropolitana da Grande Vitoria e é o município mais populoso do Estado. 

Agora, partiu Serra!!! 

As Praias 
A cidade tem um longo balneário, tendo praias para todos os gostos e exigências. Tem praia pra surfista, criança, para curtir quiosque, para caminhar, dentre outras. 

A praia de Manguinhos é um local a parte, além de ter restaurantes de comida típicas, um calçadão para caminhar e ainda uma faixa de areia extensa. A água é um pouco gelada e forte, mas se for mais cedo e logo na parte da entrada você pegar uma área mais rasa e calma. 
Uma dica: o Carnaval em Manguinhos é ótimo!! Tem bloquinhos de carnaval com muitas famílias e crianças, e como os moradores se envolvem bastante não tem muita muvuca. Além disso, tem o tradicional banho a fantasia, na praça durante o ano ainda se realiza show de jazz, feirinha, etc. 

Parte da Praia de Manguinhos, logo na entrada.
Essa praia é pra quem curte de tudo um pouco, já que tem área para surfista, área da Praça Encontro das Águas que dá pra ver o encontro do Rio Jacaraípe com a praia, calçadão para caminhar, tem feirinha de verão de frente pra praia, tem bares que tocam sertanejo e muito mar para se banhar. Uma dica: só fique ligada se for com crianças, pois as ondas são bem fortes,ok. 

A Praia de Nova Almeida é ótima para quem tem criança, já que as águas são calmas, e ainda um calçadão para caminhada. Segue algumas dicas, já que você estará em Nova Almeida: 
✓ Aproveite que está em Nova Almeida e vá conhecer a Igreja dos Reis Magos, que foi fundada em 1580 pelo jesuítas e é um Patrimônio Histórico Nacional. Lá da área da igreja, você tem uma visão ( no formato mirante) que dá pra ver a praia. 
✓ Se gosta de quindim essa dica é pra você. Em Nova Almeida tem um local que vende quindins que são conhecidos por turistas da França, Canadá, Itália. 
✓ Se quiser conhecer outra praia ou outra cidade, ali depois da ponte você acha o bairro Praia Grande que faz parte do município de Fundão ( não é mais Serra,ok). Só de atravessar a ponte e entrar a direita, você já vê a extensa Praia Grande. Uma praia de águas rasas até o joelho e ótima para família e crianças.


Serra Sede
É o bairro onde se encontra os prédios do poder na cidade - Prefeitura da Serra e Câmara de Vereadores. Além disso, tem : 
✓  a Associação de Bandas de Congo da Serra que realiza e divulga as festas que envolvem esse festejo tradicional, além de oficinas de alguns instrumentos utilizados no Congo. Saiba mais no link 
✓ Casa do Congo Mestre Antônio Rosa que possui fotografias, artesanato e outros elementos  e da cultura Popular.  O funcionamento é das 09h às 17h, segunda a sexta . Qualquer dúvida ligue para (27) 3251-5879 / (27) 3291-2330.
✓ Museu Histórico da Serra que reúne peças do acervo da Família Castello com móveis, documentos e obras de artes do século XIX. O horário de funcionamento é das 09h às 17h, de terça a sábado. Qualquer dúvida, ligue para (27) 3251-6636. 
Para outros museus, casarões e igrejas abertas a visitação na Serra clique aqui 

Laranjeiras
O bairro Laranjeiras resolvi deixar por último, pois é uma tentação para os consumistas/consumidores de plantão. Este bairro tem a Av.Central que é onde se reúne supermercado, lojas de roupas, calçados, móveis, eletrônicos, lanchonetes, galerias e várias opções de restaurantes e barraquinhas de comida. Durante o dia a dia é um fervo de pessoas para lá e pra casa. Já a noite, quem toma conta são as barraquinhas de comidas e restaurantes/pizzarias e barzinhos que ditam o ritmo. Uma dica: além de andar pela Central, entre nas ruas laterais, pois sempre tem algumas lojas com mais promoções, etc. 

Ah! Além desses atrativos, a Serra tem o Mestre Álvaro pra galera que curte trilha é montanha; tem as praias de Carapebus e Bicanga, tem vários shoppings e ainda Circuitos do Agroturismo ( clique aqui ). 

Espero que tenha curtido. No próximo post, vamos falar da cidade de Vila Velha, ;) . 

Qualquer dúvida, deixe seu comentário. 

Abraços, Ale. 


domingo, 18 de novembro de 2018

Beto Carrero nas alturas

Olá, pessoal. 

Fico até delirando de saudades quando penso nessa viagem pro Beto Carrero em 2014. Nossa, deu tudo tão certo que os suspiros de saudade, emoção e lembranças boas são inevitáveis. 

Vou compartilhar algumas fotos com vocês, depois falo dos valores, como chegar, etc.      

Ah! Como não amar o Beto Carrero? Realmente é bem díficil. Além disso, fui numa data bem gostosa, com calor, atrações e sem que a cidade estivesse tão cheia. Estive no Beto Carrero em novembro de 2014 e contratei um pacote pela CVC, pois estava um pouco receosa de fazer o roteiro sozinha, etc. 
Toda a minha negociação eu fiz via online/e-mail com a agência da CVC da Praia do Canto - Vitória (ES), com a atendente Juliana. Apenas tive que ir na agência para assinar o contrato e pegar os boletos. Peguei um pacote que incluía aéreo + transfer+ hotel + 1 dia de Beto Carrero - tudo por R$ 1.400 saindo de Vitória para viajar no período de 06 a 10 de Novembro/2014. Ah! E como contratei o pacote em julho/2014 e parcelei em 4 vezes, no dia da viagem já tinha quitado tudo. 




Fiquei hospedada no Al Mare Palace Hotel, localizado a uma quadra da Praia de Canasvieiras - Floripa. Depois fiquei sabendo que é a praia que mais recebe argentino , rsrsrs. No período que estive por lá estava um pouco nublado, mas ainda assim fiz um passeio de barco até a Ilha de Anhatomirim , fui ao Beto Carrero e também fiz um bate e volta pra Curitiba




 Sobre o passeio de helicóptero, por isso o título deste post - Beto Carrero nas Alturas - paguei R$ 100,00 por 10 minutos. Uma dica: ele só voa se tiver no mínimo 3 pessoas, como estava só, tive que esperar aparecer alguém. Achei que vale a pena para quem quer voar de helicóptero com um preço acessível. O piloto foi legal falando das praias e ainda me deixou sentar na frente, 😉


Realmente essa viagem foi incrível.

E aí, gostou? Deixe seu comentário 😉

Abraços  , Ale.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Pontos turísticos do RJ que recomendo

Olá, pessoal.

Para iniciar esse post, preciso declarar minha paixão pelo Rio de Janeiro ou Errejota para os mais íntimo. Na real, eu sou completamente apaixonada pelo Rio.
E isso é muito simbólico para mim, pois o Rio foi a primeira cidade que visitei sozinha, descobrindo as ruas, visitando os pontos turísticos e me enxergando enquanto viajante, mochileira. 

A primeira vez que fui ao Rio, foi em 2013. Pude conhecer o Cristo Redentor, subi de bondinho; o MAM, em Niterói; a Feira de São Cristóvão; a Escadaria Selaron; o Saara; o Museu de Belas Artes; a Casa das Ruínas, em Santa Teresa, etc.
Neste post você verá dicas de pontos turísticos gratuitos ou bem baratos para conhecer o Rio.

1º Ponto turístico: Cristo Redentor

O Cristo Redentor/Corcovado é uma atração a parte no Rio, né. Uma pena ser tão caro, 😞.. e pensar que em Nov/2013 ( quando foi minha primeira viagem ao Rio) o ticket do bondinho do Corcovado pra chegar ao Cristo custava R$ 46,00. Hoje em dia custa R$ 65,00 ( baixa temporada) e R$ 79,00 ( alta temporada). Mais info no site Trem do Corcovado 
 


2º Ponto turístico: Saara e Biblioteca Parque 

Resolvi indicar esses dois pontos turísticos juntos, pois um está contido no outro e vice e versa. Além é claro de ser um passeio gratuito, caso consiga resistir às lojas, camelos e peças vendidas no Saara - uma 25 de março no Rio de Janeiro. 
A Biblioteca Parque é um espaço público super bem montado com espaço de biblioteca, exposição, café, área pra descanso e muito mais. E não paga nada pra entrar e ela fica colada com o Saara. 


3º Ponto turístico: Campo do Santana

O Campo do Santana é um daqueles lugares estranhos e legais ao mesmo tempo. Estranho por que tem umas capivaras gigantes, uns patos/marreco, uns gatos e tudo junto e misturado.. legal, pois é um espaço aberto, gratuito e gigante que serve para crianças correrem a vontade e ainda serve de passagem pra chegar ao Saara, Central do Brasil e a Biblioteca Parque. 

4º Ponto turístico: Museu de Belas Artes/ Cinelândia 

O Museu de Belas Artes é um espaço com arte, bem arejado, com banheiro e local para sentar e apreciar as exposições. Das vezes que fui ao museu, além de ver a exposição utilizei pra descansar mesmo, pois é um local que dá tomar um ar e água e depois continuar a caminhar pelo centro do Rio.
Ah! A Cinelândia é bem colado com o museu. Na verdade são vários pontos turísticos em um só ( tudo pertinho um do outro) - Museu de Belas Artes, Theatro Municipal do Rio, Cinema Odeon ( um dos mais antigos do Rio) e a própria Cinelândia. Tem metrô perto, ok. 


5º Ponto turístico: Praça Mauá/ MAR / Painéis do Kobra 

A Praça Mauá conheci em 2015, mas só desfrutei dela mesmo em 2018 quando fui em um show de Elza Soares, que por sinal foi lindo. A praça além de ser um espaço aberto, ótimo para exercícios as vezes tem shows , feirinhas e bem colado tem o Museu do Amanhã ( esse ainda não visitei).

Logo na direita de quem chega na praça tem o Museu de Arte do Rio ( Mar), que faz parte da revitalização do Rio, após as olimpíadas. E , andando um pouco mais a direita, seguindo a linha do BRT você vê os painéis do Kobra. Os painéis são um atrativo a parte, pois retratam de forma belíssima, cheio de cor e expressão os povos dos 6 continentes ( África, Ásia, Europa, Oceania, América e Antártida). Realmente é lindo e vale cada clique. 


6º Ponto turístico: Escadaria Selarón /Santa Teresa /Parque das Ruínas 

Acho que já estive no Rio umas 6 ou 7 vezes, e todas ou quase todas, já estive na Escadaria Selaron. É um passeio acessível, pois você não paga nada para percorrer os degraus , tirar foto e curtir esse ponto turístico do RJ na região da Lapa. Ah! Subindo todos os degraus da escadaria dobrando a esquerda e subindo mais um pouco você chega a Santa Teresa - o famoso bairro carioca. 
Logo no início a direita, você pode conhecer o Parque das Ruínas - que é um espaço que abriga exposições , shows, arte e ainda dá pra tirar uma bela foto do Rio.. uma dica: bem colocado com o parque tem o Museu Chácara do Céu que abriga o acervo de obras de Di Cavalcanti, dentre outros artistas brasileiros. O ingresso é bem baratinho, ok. 




 


Espero que tenham curtido as dicas, 😉😉.

Abraços, Alê. 

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Tag: Empreendimentos Afro --> Diáspora Black

Olá, povo.


A ideia da tag " empreendimentos afro" é uma alternativa para divulgar os trabalhos de pretas e pretos que batalham muito pelo seu negócio, dinheiro, o pão de cada a dia, sua correria, etc. É pra fortalecer e incentivar o nosso povo. 


Para estrear a tag, vamos falar da Diáspora Black . A Diáspora é uma startup baiana, residente da aceleradora Estação Hack, promovida pelo Facebook e Artemísia, uma das principais apoiadoras de negócios de impacto social no País. Para se desenvolver ela ainda tem memória da AbeLLha e do Pólen, etc.

A Diáspora é uma rede global de anfitriões e viajantes que amam a cultura negra e buscam viver experiências autênticas e inesquecíveis em suas viagens. A startup oferece acomodações em mais de 70 cidades em 15 países. Assim como outras empresas de reserva/hospedagem eles seguem regras, tais quais : honestidade, sigilo, prudência, acolhimento, etc. No manifesto deles é possível ver qual é o propósito deles. 

O bacana é que a startup se propõe, muito além de arrumar hospedagem /quadro, mas de encontrar espaços de pertencimento, da possibilidade de reconhecer valores, ter respeitada sua cultura e sua identidade – de ser acolhido.

Obs: ah! Ainda tem um texto lindo meu lá falando sobre Assunção (Py). 

Se quiserem saber mais sobre o Diáspora, segue o link - diaspora.black .

Espero que tenham gostado dessa tag. 

Qualquer dica e sugestão é super bem-vinda. 

Abraços, 
Alê. 

segunda-feira, 2 de julho de 2018

O que vocês vão encontrar por aqui?

Ei, pessoal. 

Esse blog é uma segunda tentativa de relatar minhas viagens, eventos e demais atividades que fizer. Segunda, pois já tive o Blog Irmãs Conectadas, em conjunto de minha irmã Adriana. Mas, após 4 anos de blog resolvi desativar e respirar um pouco fora da blogsfera. 

E, agora retorno para falar de coisas mais pessoais e verdadeiras, que me representam mesmo. Como adoro viajar, escrever poesias, cuidar do meu cabelo e planejar minhas aventuras pode ter certeza que vocês verão muito disso por aqui,ok.

Espero que gostem, comentem e compartilhem.

Bjs,

Alê. 






sábado, 30 de junho de 2018

A Ilha do Mel (PR): um lugar encantador

Olá, pessoal.

Esse é mais um relato de uma viagem inesquecível - Ilha do Mel. 

A viagem para a Ilha do Mel foi uma das mais inesperadas, dentre todas as que já fiz ou programei. Em menos de 1 mês, comprei as passagens, pesquisei um pouco do lugar e quando vi já estava embarcando pra Curitiba (PR). A ideia era ficar 4 dias, 3 dias e 4 noites na Ilha, porém tive alguns contratempos no percurso. Ah! Já para iniciar, as informações de horário de barco para lá e valores são meio desencontrados e confusos, por isso fica a dica: vá com tempo de folga, ou se não terá que se reorganizar.

Enfim, no dia 03 de março/2017 por volta das 14h desembarquei em Curitiba. Já sabia aonde deveria pegar o ônibus que sai do aeroporto e vai pra Rodoferroviária de Curitiba, então corri para lá. O ônibus executivo (https://www.aeroportoexecutivo.com.br/) é uma mão na roda, além de rápido, você pode pagar na hora do embarque, passa por vários pontos da cidade e o preço é acessível – R$ 15 reais, além de te deixar dentro da rodoferroviária (Rodoviária).

Depois de chegar lá, corri para o guichê da Viação Graciosa (http://www.viacaograciosa.com.br/) para comprar a passagem pro meu destino final, ou parte dele. Como perdi o ônibus das 14h30, tive que pegar o de 17h30. O preço da passagem é R$41,03 na ida e R$ 35,50 na volta, e da Rodoviária até Pontal (Ilha do Mel) são umas 2h30. O ônibus te deixa no trapiche dos barcos, de onde pegará um barco pra Ilha. Outra dica: já compre a ida e a volta, pois se não na hora de voltar terá que andar um pedação para comprar a passagem na Rodoviária de Pontal.

Sobre as informações desencontradas, durante as minhas pesquisas vi vários valores e horários diferentes do barco pra Ilha. Um dos que achei, falava que o último barco saía por volta das 20h30(Pontal x Ilha do Mel), mas depois descobri que esse horário só funciona na alta temporada. Outra coisa, tem pessoas que preferem ir pra Ilha por Paranaguá. Mas, a questão é que em Paranaguá são poucos horários de saída pra lá. Se não me engano, apenas 2 ou 3. 
Chegando em Encantadas 

Então, bora lá!! Estava muito ansiosa para chegar em Encantadas, optei por ficar nessa parte da Ilha por ter mais barcos pra lá e por sentir que deveria ir, e ficava toda hora olhando o relógio. Confesso que fiquei bem receosa no trajeto, pois já estava escurecendo e nada de chegar no trapiche. 

Quando eu percebi que já era umas 20h vi que não daria pra pegar o tal último barco pra ilha, e já não tinha mais ninguém dentro do ônibus - além de um casal + motorista + eu. Aí pensei: pronto, vou ter que dá um jeito de arrumar uma pousada ou pernoite em Pontal. E, antes do ônibus seguir para o trapiche perguntei ao motorista se acharia pousada lá (no trapiche) ou perto da rodoviária de Pontal? Ele , prontamente falou que era mais vantajoso descer na rodoviária. E foi o que fiz! 

Pôr do sol e vista de Encantadas de outros ângulos 
A Rodoviária de Pontal é bem simples, nem parece que é rodoviária, pois só tem uns 2 guichês. Desci ali e já era noite, tinha pouco iluminação nas ruas e outras de chão batido sem nenhuma, e eu estava com fome. E, logo que cheguei fui atrás de pernoite e comida. Na porta da rodoviária tinha um casal e perguntei se eles sabiam de algum lugar e me indicaram uma senhora. 

Dei uma volta no quarteirão, passei numa rua escura e quase em meio ao mato achei o quintal da senhora que tinha quartos. Confesso que fiquei com medo, mas não tinha outra opção. Fechei com ela a pernoite por R$ 50,00 ( achei salgado), mas era o que tinha. Deixei minhas coisas no quarto e fui comer. O restaurante ainda estava aberto, já era umas 21h e servia buffet livre por 20 reais. Isso é bem comum nessa região e também em Minas Gerais. 

No outro dia levantei bem cedo, lá pelas 6h e fui para trapiche. Antes de ir passei na padaria e depois comecei minha caminhada de 2,5km até a área de embarque. Quando cheguei no trapiche já comprei a volta e tudo ficou por R$15 reais. Estava muito ansiosa. 

A ilha tem formato de "Baleia", a vista da praia para o farol e do farol para o mar. 

Quando o barco ligou e já estávamos em alto mar, quase não acreditei que iria conhecer esse paraíso. Fiquei hospedada no Hostel Encantadas Ecologic  pelos dias que estive em Encantadas.O hostel tem quarto feminino com 2 beliches, ventilador e wi-fi ( fica oscilando de vez em quando, por que é sinal via rádio).O local é muito bem cuidado e limpo pelo Igor, que foi muito atencioso antes, durante e depois de minha viagem. 

No tempo que fiquei na ilha conheci a Praia Pontinha, Mar de Fora, o Farol das Encantadas e das Conchas, Praia da Boia, Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres, Gruta das Encantadas e a área dos Golfinhos. Além disso, fui ao forró próximo de Mar de Fora, tomei cataia e ainda trouxe uma pra casa, dancei ao som do reggae, fui na praia em dia de chuva, etc. 

Isso é um golfinho. 
Realmente Encantadas foi incrível, fiz amigos que converso até hoje e registros que marcaram os dias que fiquei lá. Uma curiosidade: a ilha tem formato de baleia e pode ser visto do céu ( veja imagem mais acima). 

A propósito, não gastei muito dinheiro em Encantadas. A maioria das barracas tinha buffet livre e o preço variava de 20 a 25 reais. A cerveja era uns 7 a 8 reais latão. Logo no primeiro dia, comprei um galão de água de 5 litros que foi uns 6 reais. O passeio para o Farol + ilha dos golfinhos + almoço ficou em torno de 70 reais. 

No mais, aproveitei bastante a ilha. 

Espero que tenham gostado do meu relato. Se tiver alguma dúvida, é só avisar.

Abraços,
Alê. 

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Bate e volta em Assunção (Py)

Olá, pessoal!

Estou reativando o blog com várias histórias das minhas viagens. Então, fiquem ligados que vocês verão minhas peripécias por aí.


Essa sou eu na frente do Palácio do Governo
   Antes de começar esse texto, gostaria de indicar a visita, passagem ou destino por tempo determinado (e se preferir, indeterminado) a capital Paraguaia. Além de ser um destino relativamente barato, posso te dar alguns motivos para isso: é próximo à fronteira do Brasil, as pessoas são muito receptivas e educadas, só precisa de RG para entrar no país, dentre outros.

 Confesso que quando comecei a planejar minha viagem para Foz do Iguaçu, sabia que deveria ir a Assunção. Por que? Não sei ao certo, mas foi uma grata surpresa conhecer um outro país tão perto do meu. Logo no início, usei muito o Google para pesquisar sobre Assunção, o que comer, onde ir, de que forma mais barata ou melhor para chegar até lá, etc.

Em minha busca, encontrei poucos posts ou relatos sobre a capital Paraguaia, tudo que mencionava o Paraguai se dirigia a Cidade del Leste, que nem é minha vibe. E, para organizar meu roteiro de Foz do Iguaçu – Assunção usei o Google Trips. Nesse aplicativo adicionei o localizador do meu voo, o número da minha reserva, fiz um roteiro em mapa e também inclui tudo o que achei sobre minhas pesquisas.
Um dica comum em Assunção
Feito isso, fui!! No dia 07 de maio por volta das 19h fui para o Terminal de Transporte Urbano Pedro Antônio Denadai (Foz do Iguaçu) para ver se conseguiria ainda comprar na Rodoviária passagem para Assunção. Peguei o ônibus (que passa dentro da Rodoviária) e cheguei por lá umas 20h40.
Assim que cheguei, procurei o local que vendia a tal passagem. Neste caso, o guichê do “Helios” (nesse guichê é um rapaz vendendo passagem de várias empresas diferentes) que vendia a passagem da viação Nuestra Señora de la Asunción (https://www.nsa.com.py/).
     Comprei a passagem de ida e volta pelo preço total de R$ 140,00 reais para os horários: Foz do Iguaçu x Asunción – saída:00h15 e chegada: 06h; Asunción x Foz do Iguaçu – saída:00h05 e chegada:06h. O ônibus da viação NSA é super confortável, além de ter água disponível, banheiro e lanche no percurso. Na volta teve o diferencial de ganharmos uma cobertinha e travesseiro.
Voltemos ao que interessa: o bate e volta!. Cheguei na rodoviária de Assunção por volta das 06h30 ou algo assim, ainda estava amanhecendo e eu não tinha um Guarani (moeda Paraguaia) no bolso. Logo quando desci do ônibus fui em busca de um mapa, mas no guichê de informações não tinha, então tive que comprar. Ah! Uma dica: dentro da rodoviária tem várias casas/guichês de câmbio é sempre bom pesquisar, por que os valores oscilam bastante.
     O real é bem valorizado no Paraguai ou a moeda deles é desvalorizado, não sei ao certo. Isso eu percebi quando troquei os meus R$ 10,00 reais por guaranis, recebi R$ 14 mil Guaranis (a cotação era 1.400 x 1 real). Até pensei: Estou ryyyca!!!!! Mas não, com esse dinheiro comprei um mapa (10 mil PYG) e paguei minha passagem pro Centro de Assunção (3,600 PYG).
    Como não falo nada de espanhol no início foi bem complicado saber que ônibus pegar, mas com o mapa na mão dava meu jeito. Perguntava as pessoas apontando pro local do mapa que queria ir, e claro, eles percebiam que eu não era dali, que era turista. E as pessoas foram muito gentis comigo, falando várias linhas que passavam no Centro. Mesmo eu não entendendo metade do que falavam.
     Quebrado o primeiro bloqueio, o da comunicação, embarquei no ônibus 38 que tinha ar condicionado e uma música local tocando, bem animada por sinal. No meio do caminho um rapaz paraguaio que falava muito bem o português, me ajudou com dicas. Ao descer do ônibus, mesmo atrasado para o trabalho, ele me indicou onde tomar café e em qual bairro não ir.
Depois disso fui dar uma volta na Calle Palma para conhecer e observar uma terça-feira comum em Assunção, e também esperar a casa de câmbio Chaco Câmbios abrir. Ah! Outra dica: não Calle Palma tem vários cambistas querendo trocar dinheiro, não troque na rua, pois tem o risco de nota falsa e etc.
Como é 1 hora a menos que o Brasil e o comércio abre por volta das 07h e 08h da manhã sentei num banco nesta avenida e fiquei apenas observando. No pouco que vi, pude perceber como o povo paraguaio é otimista, sorridente e tem paixão pelo país.
      Voltando àquela história de estar rica, troquei meus R$ 80,00 reais e recebi 120 mil guaranis. É sério, me achei rica meio sem entender como deveria gastar o dinheiro (risos). Até por isso paguei 6 mil guaranis (achei caro) em um café no Mc’Donalds. Após isso, sentei na Plaza Juan E. O’Leary e depois fui a Casa do Turista para pegar outros mapas, informações e acabei sabendo do horário do Free Walking City Tour de Asunción – programado para às 14h30. A partir daí foi sucesso! Será?? Foi mais ou menos. Aproveitei para ir no Museu Casa de la Independencia, quando ainda estava vazio. Na sequência resolvi visitar a Iglesia de la Encarnácion, mas como estava próximo de fechar resolvi ficar no Shopping Asuncion Super Centro – na verdade, tem mais cara de galeria com várias lojinhas, restaurantes e fica ali na 14 de Mayo.
     Como estava com pouco dinheiro trocado e a fome estava batendo, fiquei com preguiça de pesquisar fora do shopping pra almoçar. Aí, vi um restaurante que tinha 2 opções de prato: Prato Econômico por 13 mil guaranis (que era o que tinha trocado) e Prato Executivo por 15 mil guaranis.
    A brasileira aqui querendo ser esperta, pensei: vou comprar esse prato econômico, deve ser bom e gostoso. SQN!!! Paguei 13 mil guaranis por um prato de arroz com pedaços de carne rsrsrsrsrs. Isso mesmo que você leu! Arroz + carne. Enfim, depois de comer, fui dar uma volta nos arredores do shopping. Foi aí que achei várias opções de restaurantes e lanchonetes com cardápios variados e preços parecidos ou menores do que eu tinha comido. Viu, já ficam 2 dicas aí: nem sempre o econômico é o gostoso, e sempre que puder ande um pouco mais.
Vista da la Costanera e do bairro Chacarita
   Com a barriga cheia, voltei para a Plaza Juan E. O’Leary para esperar o horário do City tour. Lá observei vários estudantes, trabalhadores e autoridades sentadas, conversando ou fazendo suas refeições. Realmente uma praça cheia de vida. Casais namorando no horário de almoço, crianças brincando no parquinho, moradores de rua tomando sol, uma senhora vendendo comidas típicas parecidas com o famoso PF brasileiro, pombos, etc. Um pouco antes das 14h30, fui no Lido bar – um bar típico que fica entre o Panteón Nacional de los Heroes e a Calle Palma que serve comida e bebida tradicionais do Paraguai. Logo quando cheguei no balcão, pedi a atendente alguma comida típica. Desse jeito mesmo: moça eu quero comer alguma comida típica do Paraguai!!! Ela meio sem entender falou de sopa, tortilha e outras que eu nem entendi.
   No final, um senhor ao meu lado me ajudou a escolher. Ele falando um espanhol belíssimo e eu entendendo apenas metade do que falava, optei pela tortilha, que ainda me serviu de café da tarde no dia seguinte. A tortilha é uma massa parecida com o bolinho de chuva, porém é salgada e contém temperos verdes e tem o formato de uma panqueca.
Catedral
   Esse senhor ainda ficou conversando comigo, e claro com essa cara de turista, perguntou de onde era. Respondi: Pierto de São Paulo! (risos). E assim, consegui saber que ele estava no horário de almoço, quais eram os outros pratos típicos e gostosos do País, que o Presidente do Paraguai é o dono do refrigerante Pulp e que no bairro que ele mora é onde tem a maior concentração de estudantes brasileiros que vão para lá estudar medicina.
    Ufa! Viu, a conversa fluiu. Ele ainda me deixou experimentar o prato dele – Vori Vori – uma sopa com legumes e carne de galinha. Uma delícia por sinal! Foi muito divertido e surpreendente. Depois de comer nem metade da tortilha, voltei a Casa do Turista para esperar o início do city tour. No passeio, era eu (brasileira), uma família chilena e um inglês. Logo de início a guia ficou confusa se deveria falar espanhol ou inglês. Aí me perguntou: você compreende e fala espanhol? Eu: sim! (risos).
Cabildo - Centro Cultural
     Confesso que o city tour foi ótimo, além de praticar o espanhol, pude conhecer os principais pontos turísticos e as histórias do Centro de Assunção. Dentre eles: Museu Casa de la Independencia, Manzana de la Rivera, Palacio de los López, o novo prédio do Congresso Nacional, Cabildo de Assunção – Centro Cultural da República, avistamos a La Costanera e o bairro Chacarita, passamos pelas casas de madeiras/tapumes dos moradores que perderam tudo na enchente do Rio Paraguai de 2013, passamos ainda pela Universidade Católica de Nossa Senhora de Assunção e a Catedral, e terminamos nosso tour pela Farmácia Catedral – a farmácia mais antiga do Centro de Assunção. Retornamos para a Casa do Turista para um último registro, abraços de despedidas e troca de contatos.

Museu Casa del La Independencia
     Depois, já era umas 17h e pouco voltei para o Lido Bar para experimentar a cerveja típica chamada de Pilsen, que é bem suave e gostosa, e comer uma empanada. Tirei mais algumas fotos e procurei o ponto para regressar a Rodoviária – que por aqui eles chamam de Terminal. Dei muita sorte, assim que cheguei no ponto não demorou para vir o ônibus 38. Os ônibus por lá, andam mais lotados do que por aqui. Por isso, fiquei na parte da frente para pedir ao motorista pra avisar quando chegasse na Rodoviária.
    O motorista foi muito legal comigo e claro, começou a puxar assunto. Perguntou de onde eu era? Se ia viajar? Para onde ia? E eu, com meu portunhol bem meia boca respondia tudo. Na conversa descobri que ele é guia de turismo, que já foi a Campinas/SP e ficou todo preocupado comigo ao descer do ônibus. Me indicando aonde era a faixa de pedestre e pra eu atravessar nela. Esses paraguaios são demais, né!

Palacio do Governo com a pintura original
    Como cheguei na Rodoviária por volta das 18h30 fiquei esperando até às 00h05 para embarcar rumo a Foz do Iguaçu. Juro que estava capotando de sono, por isso ficava rodando e andando por lá. Toda hora via uma criança pedir dinheiro, em outras era uma típica Paraguai oferecendo/gritando “Chipa, chipa”. Rsrsrsr
      No final é como diz a placa que vi lá na Casa do Turista “Você precisa sentir o Paraguai”, e foi isso que fiz em apenas um dia. Foi ótimo, consegui meu primeiro carimbo no passaporte e ainda conheci um país encantador.

Espero voltar em breve e espero que vocês tenham gostado.

Abraços, Alê ( Cacheada Conectada)